A Apple apresentou nesta terça-feira (9), na Califórnia, a nova geração do iPhone, com destaque para o iPhone 17 Air, modelo mais fino já lançado pela empresa. Com apenas 5,6 mm de espessura, revestimento em titânio e tela de 6,5 polegadas, ele substitui a versão Plus e promete até 27 horas de bateria, superando o rival Galaxy S25 Edge. Os preços no Brasil partem de R\$ 7.999 (iPhone 17) e chegam a R\$ 18.499 no Pro Max com 2 TB. A pré-venda começa dia 16 e as entregas no dia 19 de setembro.
Toda a linha ganhou avanços no desempenho e nas câmeras. O chip A19, considerado próximo ao poder dos MacBooks, garante 20% mais performance no modelo padrão e até 40% nos Pro. O iPhone 17 passou de 6,1 para 6,3 polegadas, com tela de 120 Hz e câmera ultra-angular agora de 48 MP. O Air traz câmera única traseira de 48 MP e frontal de 18 MP. Já os Pro e Pro Max, com até 6,9 polegadas, oferecem 39 horas de bateria em vídeo e acabamento em alumínio para evitar superaquecimento. Todos vêm com o iOS 26, que estreia a interface “Liquid Glass”.
Além do iPhone, a Apple anunciou os AirPods Pro 3 (R\$ 2.699), com melhor qualidade de áudio, bateria maior, cancelamento de ruído aprimorado e tradução simultânea com IA; e o Apple Watch Series 11 (R\$ 5.499), mais resistente, compatível com 5G e com monitoramento avançado de saúde. Os modelos SE (R\$ 3.299) e Ultra 3 (R\$ 10.499) também receberam melhorias, como contato de emergência via satélite.
O lançamento ocorre em meio à forte concorrência com Samsung e marcas chinesas, e ao contexto político de tensões comerciais com a China e a Índia. Para minimizar impactos, a Apple anunciou investimentos de US\$ 600 bilhões nos EUA. Apesar da novidade, as ações da empresa caíram 1,6% após o evento. O iPhone segue sendo o principal produto, representando 47% da receita, que atingiu US\$ 94 bilhões no último trimestre. Nos EUA, os preços permanecem estáveis: o iPhone 17 parte de US\$ 799 e o Pro, de US\$ 1.099, ambos com 256 GB de armazenamento.