A Copa do Mundo de 2026 movimenta o consumo e abre espaço para promoções, campanhas e ações criativas. Mas a empolgação para atrair os consumidores e fazer bons negócios precisa caminhar junto com cuidados jurídicos, especialmente em ambientes digitais. O Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) alerta que no ambiente digital, a fiscalização é automatizada, global e rápida, o que exige ainda mais planejamento das empresas. Isso porque conteúdos (campanhas, post, stories) podem ser derrubados rapidamente e gerar prejuízo financeiro. Parcerias com influenciadores também exigem cautela, já que a responsabilidade pode recair sobre a empresa.
O Sincomercio Jundiaí e Região e a FecomercioSP orientam os empresários a apostarem na criatividade sem uso indevido de marcas, símbolos ou expressões oficiais. “O jogo certo é aquele que combina oportunidade, estratégia e segurança jurídica para transformar a paixão nacional em bons negócios e evitar problemas futuros”, declara Edison Maltoni, presidente do Sincomercio.
Confira as orientações do Sincomercio para a Copa do Mundo:
O QUE PODE:
– Referências genéricas ao futebol estão liberadas;
– Use bolas, campos, silhuetas de jogadores e as cores do Brasil;
– Criar clima de torcida, união e paixão pelo futebol é o caminho mais seguro para vender bem
O QUE NÃO PODE:
A Fifa detém os direitos do evento. Por isso é preciso ficar atento:
– Não é permitido usar nomes oficiais, slogans, hastags, mascote, troféu ou criar campanhas que associem a sua marca diretamente à Copa sem autorização
– Produtos com símbolos oficiais ou imitações também entram em campo proibido.