Dores crônicas atingem milhões de brasileiros e exigem atenção médica especializada

A dor é um dos principais motivos de procura por atendimento médico no mundo. No Brasil, cerca de 40% da população adulta e idosa convive com dor crônica, segundo estudos populacionais. Entre os casos mais frequentes estão as dores musculoesqueléticas, que também figuram como uma das principais causas de afastamentos e aposentadorias precoces.

Com diferentes origens e manifestações, a dor crônica exige atenção individualizada. De acordo com o médico especialista em dor, Dr. Edicarlos André, cada quadro apresenta características próprias, o que torna o diagnóstico correto fundamental para um tratamento eficaz.

Entre os problemas mais comuns estão a lombalgia, associada à má postura e ao sedentarismo; a osteoartrose, que compromete a mobilidade; além de tendinites e epicondilites, ligadas a movimentos repetitivos. Também são frequentes as dores neuropáticas e doenças articulares, como artrite e artrose, que provocam dor e limitação dos movimentos.

Estudo publicado no Brazilian Journal of Pain, realizado em Irani (SC), aponta que cerca de 40% da população adulta e idosa sofre com dor crônica, associada a fatores como idade, comorbidades e histórico de trabalho.

O tratamento deve ser multidisciplinar, com diagnóstico precoce, exames adequados e estratégias como fisioterapia, exercícios e uso de medicamentos. Em alguns casos, são necessárias intervenções especializadas.

Além dos impactos físicos, a dor crônica também afeta a saúde emocional, podendo causar ansiedade, depressão e isolamento.

Especialistas alertam que, ao persistir por mais de três meses ou interferir na rotina, a dor deve ser investigada para evitar a progressão do quadro.

Contato: (61) 99667-2919
Instagram: @dr.edicarlos

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