A Cozinha Itinerante do Instituto Mpumalanga, chegou a Jundiaí para despertar talentos, incentivar o empreendedorismo e criar novas perspectivas de futuro para mulheres que encontram na gastronomia uma oportunidade de transformação. Nesta segunda-feira (3), o projeto iniciou sua programação no município com a cerimônia de abertura e as primeiras capacitações, reunindo participantes, autoridades e parceiros em um momento marcado pelo compromisso com a qualificação profissional e a geração de renda.
Ao longo de três dias, cerca de 200 mulheres participarão das formações gratuitas conduzidas pela chef e idealizadora do projeto, Adriana Saldanha. As aulas unem técnicas culinárias, boas práticas na cozinha e conteúdos voltados ao empreendedorismo, oferecendo ferramentas para que as participantes possam transformar conhecimento em autonomia financeira e desenvolvimento pessoal.
“A proposta da Cozinha Itinerante, do Instituto Mpumalanga, está totalmente alinhada ao trabalho desenvolvido pelo Fundo Social de Solidariedade, especialmente na oferta de capacitações. Acreditamos que o mais importante é criar oportunidades para que as pessoas conquistem sua autonomia”, afirma o prefeito Gustavo Martinelli.
Na cerimônia de abertura, representantes da Prefeitura de Jundiaí, do Fundo Social de Solidariedade, do Instituto Mpumalanga e da Comgás destacaram a importância da parceria para ampliar oportunidades de formação e fortalecer o protagonismo feminino por meio da gastronomia.
“O objetivo do Fundo Social é oferecer capacitações que promovam a geração de renda e a independência financeira das pessoas. Acreditamos que o conhecimento transforma vidas e, quando alguém aprende uma nova habilidade, esse aprendizado também pode ser compartilhado com outras pessoas, ampliando as oportunidades e fortalecendo toda a comunidade. É isso que buscamos com parcerias como esta da Cozinha Itinerante, que leva qualificação profissional para mais perto das pessoas e cria novas possibilidades de empreendedorismo e inclusão produtiva”, destaca a diretora do Fundo Social, Cássia Carpi.
Além das atividades presenciais, as participantes terão acesso a uma plataforma de ensino com 120 horas de conteúdos complementares, aprofundando temas como precificação, sustentabilidade, gestão de resíduos, alimentação inclusiva e valorização da culinária brasileira.
Para a chef e idealizadora da Cozinha Itinerante, o projeto vai além da cozinha: ele promove encontros, compartilha experiências e fortalece a confiança de mulheres que desejam empreender ou conquistar novas oportunidades de trabalho. “A formação que oferecemos vai muito além da técnica. A gastronomia é cultura, território, identidade, ancestralidade e também empreendedorismo. Quando levamos esse conhecimento às pessoas, estamos promovendo educação por meio do alimento e potencializando talentos, histórias e oportunidades de transformação”, afirma a chef.
Entre as alunas, a expectativa é de aproveitar cada aprendizado e ampliar as possibilidades de atuação profissional. “Minhas expectativas são as melhores. Fiquei encantada com toda a estrutura da Cozinha Itinerante e muito feliz por ter a oportunidade de participar. Eu gosto de aprender e acredito que toda capacitação agrega ao nosso dia a dia. Como merendeira em uma escola municipal, quero aproveitar ao máximo esses três dias de curso e compartilhar tudo o que aprender com meus colegas de trabalho”, conta Maria Leida Camargo.
A etapa de Jundiaí integra o calendário nacional da Cozinha Itinerante, iniciativa do Instituto Mpumalanga – Cultura, Tecnologia e Meio Ambiente, realizada com patrocínio da Comgás e apoio da Prefeitura de Jundiaí, por meio do Fundo Social de Solidariedade e das Unidades de Gestão de Educação, Cultura, Agronegócio, Abastecimento e Assistência Social. Desde sua criação, o projeto já capacitou milhares de mulheres em diferentes estados brasileiros, utilizando a gastronomia como ferramenta de inclusão, desenvolvimento e transformação social.