Prefeitura e Apae realizam encontro formativo sobre práticas inclusivas

Psicopedagoga Lidiane Gradilone esclarece as mudanças no Plano Educacional Individualizado, instrumento fundamental para adaptar o currículo escolar às necessidades de cada aluno atípico

Nesta terça-feira (17), a Unidade Gestora Municipal de Educação e a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Várzea Paulista realizaram uma formação centrada nos procedimentos corretos para o preenchimento do PEI (Plano Educacional Individualizado), no Centro de Formação da pasta. O instrumento estadual é adotado na Rede Municipal de Ensino para levantar e registrar as necessidades individuais de alunos com condição atípica medicamente comprovada. A psicopedagoga da Apae, Lidiane Gradilone, bastante experiente no tema, conduziu o encontro.

Participaram do encontro professores que lecionam para alunos que recebem o AEE (Atendimento Educacional Especializado), professores do AEE (Atendimento Educacional Especializado) e da Educação Especial, vice-diretores, coordenadores pedagógicos e os diretores. A primeira parte desses servidores municipais recebeu a formação nesse primeiro encontro e o restante passará pela formação da próxima terça-feira (24).

Para a formadora, que atua no campo da ABA (Applied Behavior Analysis – Análise do Comportamento Aplicada), é significativo tirar todas as dúvidas dos servidores, dada a grande importância do documento PEI, que, além de ser recente, sofreu mudanças de nomenclatura há pouco tempo. Cada novo aluno com condição atípica comprovada tem direito ao seu PEI. “A gente dá essa formação para que eles entendam o preenchimento do documento, a importância disso na vida do indivíduo e o quanto ele inclui aquela criança na escola”, explica Grandilone.

“O preenchimento do documento tem etapas a serem cumpridas, inclusive a coleta de informações com os familiares, e vários profissionais envolvidos no processo. Assim, é possível conhecer a criança como um todo e elaborar um currículo que contemple suas dificuldades de aprendizagem específicas”, complementa a psicopedagoga. “Se qualquer professor quiser saber quem é aquela criança no futuro, verificará o relatório pedagógico dela (incluso no PEI), para saber quem ela é, e não ter que refazer todo esse processo de investigação”, acrescenta a formadora.

O coordenador técnico Fabiano Mantovani, da Unidade de Educação, também esteve presente no encontro.

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