Programa SuperAção SP deve atender mais de 2 mil famílias na Região do Polo Têxtil

O SuperAção SP, programa de transferência de renda lançado pelo governo estadual de Tarcísio de Freitas (Republicanos), vai contemplar até 2.043 famílias na Região do Polo Têxtil (RPT). A informação foi confirmada pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo na última quinta-feira (25), em resposta a questionamento do LIBERAL.

A iniciativa é considerada a versão paulista do Bolsa Família, do governo federal, e tem como objetivo garantir auxílio financeiro aliado a políticas de inclusão produtiva. O público-alvo são famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) que tenham renda per capita inferior a meio salário mínimo nacional — atualmente, R$ 759, considerando o valor de R$ 1.518 em vigor em 2025. Para participar, é necessário que a inscrição ou a atualização no cadastro tenha sido feita nos últimos 24 meses.

Na RPT, a divisão dos beneficiários ficará da seguinte forma: Sumaré lidera a lista, com 1.002 famílias aptas, seguida por Americana (508), Santa Bárbara d’Oeste (313) e Nova Odessa (217). Hortolândia não foi habilitada nesta fase do programa pelo governo estadual, ficando de fora do levantamento.

Como funciona o programa

O SuperAção SP combina a transferência de renda com ações de capacitação e encaminhamento ao mercado de trabalho. Os participantes serão divididos em duas frentes:

  • Trilha de proteção social: voltada a famílias em situação de maior vulnerabilidade, com foco em garantir segurança alimentar, acompanhamento social e acesso a serviços públicos.

  • Trilha de superação da pobreza: direcionada a pessoas com maior potencial de inserção profissional, oferecendo qualificação, oportunidades de emprego e estímulo ao empreendedorismo.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social, a estratégia busca não apenas assegurar apoio financeiro imediato, mas também criar condições para que os beneficiários alcancem autonomia econômica a médio e longo prazo.

O governo do Estado ainda não divulgou o valor exato do benefício mensal, mas a previsão é de que os pagamentos sejam realizados por meio de cartão social, semelhante ao utilizado em outros programas de transferência de renda.

 

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