Sonho do hexa termina em campo, mas Copa no Centro reafirma sua força e convivência em espaços públicos de Jundiaí

Nem o placar desfavorável para a seleção brasileira diminuiu o entusiasmo de quem, como bom brasileiro que não desiste nunca, escolheu o Centro de Jundiaí para acompanhar as oitavas de final da Copa do Mundo neste domingo (5), contra a Noruega.

Mais de mil pessoas, entre famílias, grupos de amigos e torcedores de diferentes idades ocuparam a Praça Governador Pedro de Toledo para viver, juntas, mais uma edição do evento, iniciativa da Prefeitura que transforma o espaço público em ponto de encontro durante o torneio.

“O futebol tem esse poder de reunir as pessoas, independentemente do resultado. A Copa no Centro foi pensada para que as famílias pudessem viver esse momento juntas, ocupando o Centro da cidade e fortalecendo a convivência. Hoje vimos, mais uma vez, que esse objetivo foi alcançado”, afirmou o prefeito Gustavo Martinelli, que acompanhou o duelo no local.

Esta foi a quarta transmissão realizada pelo programa, realizado na Praça da Matriz. Assim como nas edições anteriores, os torcedores acompanharam, de forma gratuita, a partida em um telão de alta definição e puderam aproveitar a praça de alimentação com food trucks, banheiros, espaço para troca de figurinhas da Copa, esquema reforçado de segurança e dinâmicas promovidas pela Pombo Net, patrocinadora oficial da ação. A abertura da transmissão também contou com show de pagode no melhor estilo brasileiro.

Em clima familiar e de celebração, o evento atraiu públicos fiéis e também inéditos. Helen Souza foi à Copa no Centro pela primeira vez com a filha, Alice, de 9 anos, e garantiu um lugar privilegiado. “O que eu mais gostei foi o tamanho do telão”, se surpreendeu Alice. “Fiquei encantada com a estrutura e com a organização. E o que importa é a diversão”, brincou Helen.

Já Kleber Wellington Xavier Ribeiro levou uma comitiva: foi à Praça da Matriz com a esposa, Rosane dos Santos, e os quatro filhos, Miguel, Isabele, Lucas e Evelyn. Para ele, a experiência de assistir ao jogo no meio do povo é o que conta. “É muito mais emocionante ver a partida com todo mundo reunido e com esse calor humano. Parece que a gente está em um estádio”, riu. “Independentemente do resultado, gostei muito das pessoas juntas”, completou Lucas.

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